Mostrar mensagens com a etiqueta Comportamento. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comportamento. Mostrar todas as mensagens

sábado, 17 de dezembro de 2011

excitação, nervosismo ou fúria descontrolada

também conhecido por - ansiedade da separação - (separation anxiety)

Os cães são animais que vivem em grupo, formando matilhas, e que não gostam de ficar sozinhos durante longos períodos de tempo.

Os cães que vivem connosco, e que partilham o nosso espaço, formam matilha connosco e querem sempre saber onde nós estamos e se estamos em segurança.

Os cães que assumem a liderança do seu grupo (cães cujos donos não assumem a liderança do grupo) sentem-se ainda mais inseguros e preocupados quando os membros da matilha a seu cargo se afastam deles e "abandonam" a casa.

A questão de estabelecer a nossa liderança pelo grupo "humano-canídeo" é da maior importância para que o cão aceite que somos os líderes, e que os líderes têm o direito de se afastarem, e se ausentarem durante alturas de trabalho, compras, etc.

A preparação para esta ausência é feita por pequenos períodos todos os dias, inicialmente, depois de o cão ser cansado com um vigoroso passeio.

O cão deve aceitar ser mandado para o seu lugar, a sua cama, ou cesta e permanecer nela calmamente.

Inicialmente é melhor permanecer num local próximo para poder corrigir qualquer ganido ou excitação que o cão tenha. Corrigir com um som neutro, sem excitação, sem dizer o nome do cão - Ssshht!

Em futuros exercícios o cão deve também ser dessensibilizado aos barulhos das portas a abrir e fechar, de pessoas a bater à porta, (ou a campainha, ou o telefone a tocar). Outros barulhos serão também importantes neste treino se estes fizerem parte da vossa vizinhança.

Quando regressamos só devemos deixar o cão sair do seu lugar uma vez calmo. Nunca o deixar saltar sobre nós, ou passar de raspão pela porta assim que a abrimos. Ele deve permanecer no seu espaço e só avançar quando o convidamos calmamente.

Qual o comportamento do seu animal quando é deixado sozinho? Como gostaria que ele se comportasse?

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Medo...

Há cães, mais ou menos inseguros, que por virtude da sua fraca autoconfiança ou por más experiências, têm receio de algo ou alguém.

Por vezes o receio é alimentado pelo comportamento dos donos, quando se pode aos poucos e com calma e astúcia, aumentar progressivamente a autoconfiança do animal.

Nunca tive problemas com a minha gata e os cães que têm passado pela minha vida. Tive sempre muito cuidado e muita preparação para as primeiras apresentações entre eles. Se por um lado os cães se habituaram a respeitar a gata, ela por sua vez aprendeu a ser mais assertiva e a impor o seu território.

No outro dia conheci um cão que por razões de abandono ainda estava receoso de outros cães e tinha pouca confiança nos seres humanos. Aos poucos, e dando-lhe espaço para se afastar, fui-lhe mostrando que a minha cadela kMiga não lhe iria causar qualquer problema. Aos poucos ele foi-se sentindo mais à vontade e seguro que não lhe fariam mal, ele até se aventurou a vir cheirar de perto.

Há um outro cão que também mostra bastante receio de outros cães e pessoas, e tenho vindo a passar perto dele sem tentar aproximar ou interferir. Hoje, semana e meia mais tarde, ele é que se aproximou, visivelmente com o rabo a abanar, e curioso. Infelizmente a dona, mais preocupada com as suas próprias fobias, não o encorajou ao encontro tão bem proporcionado.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Comportamentos

Mandaram-me este vídeo, e não pude senão publicá-lo!

Realmente, quem é o "animal" da história?

sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Cães, crianças e cães

Hoje li um artigo sobre estes dois elementos e não resisti a traduzir-vos alguns pontos.

Cães e crianças devem ser ensinados a conviver uns com os outros.

Pais devem ensinar as suas crianças a não fugirem de cães com quem se cruzam na rua, a não aparentarem medo, nem gritarem como macacos assustados.

Estes comportamentos podem levar um animal calmo a reagir surpreendentemente.

Os cães podem ser avaliados se nos colocarmos perto deles, à altura de uma criança, se os olharmos nos olhos ao nível deles. Também nos podemos deitar no chão e observar as suas reacções aos comandos que normalmente damos em pé.

Em geral, tanto cachorros como crianças devem conviver durante a fase de crescimento, ou pelo menos habituar-se à presença uns dos outros, como por exemplo num passeio regular ao parque mais próximo ou passar perto de uma escolinha durante o intervalo.

As escolas caninas por vezes também organizam aulas especiais durante as férias dos filhos para criar momentos de brincadeira entre cães e crianças.

Nunca deixe crianças sozinhas com cães, a não ser que já os tenha avaliado profundamente.
Nunca deixe as crianças aproximar-se de cães quando estes estão a comer, a roer ossos, ou ocupados com um brinquedo favorito.

Enquanto alguns cães assumem a guarda das crianças como se fossem suas crias, outros vêm as crianças como seres mais pequenos que eles e que requerem menos respeito que adultos.

Se tiver que se ausentar do local onde se encontram o cão e a criança, opte por levar consigo um deles, separando-os durante a sua ausência.

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

É mesmo de pequeno que...

Quantas vezes já permitimos a um cachorro um tipo de comportamento que não aceitaríamos de um cão grande?

Mas lembre-se que o cachorro vai crescer e tornar-se nesse cão adulto, sem regras, sem bons hábitos.

Corrija consistentemente comportamentos do cachorro que não sejam admitidos a um cão adulto! Por muito que lhe custe e por muito que se queira rir das diabruras.

O que aqueles dentes de leite não destruírem agora, mais tarde pode ser destruído sem piedade... Ensine-lhe a diferença entre roer um osso ou brinquedo dele e algo que não lhe pertence.

Roer sapatos e mãos não é giro em cachorros. Um cachorro que salte para cima das pessoas em pequeno, pode mais tarde derrubar uma criança ou uma pessoa mais debilitada quando esse cachorro for adulto e tiver 40kg ou 70kg...

Um cachorro que esteja habituado a arrastar o dono pela trela, quando chegar a adulto e com tracção às quatro patas, arrasta-o mesmo... se não arrancar o braço antes.

Previna-se e eduque-o em pequeno!

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Cães ou Cadelas?

O comportamento canino está, não só ligado à aceitação entre os sexos, como aos hábitos de socialização que o animal recebe em pequeno.

As razões mais frequentes para disputas são o cio de um dos animais, a comida ou ossos que um tenha e o outro não, ou brinquedos de um dos cães mais pocessivos.

Há cães brincalhões que poderão iniciar as brincadeiras caninas com outros cães ou cadelas desde que não haja razão para disputas e estejam todos a brincar em pé de igualdade. Há também cães tão sociais e submissos, que procuram partilhar os seus brinquedos (ramos de árvore, bolas) com os seus amigos de brincadeira.

Várias pessoas pensam que os cães só se dão bem com cadelas e vice-versa. Muito depende de experiências prévias, e do factor de dominância de cada animal.

Por vezes é importante escolher um animal mais submisso, se o seu quotidiano vai depender da boa integração com outros animais, familiares e outros contactos externos. Estes animais adaptam-se melhor ao nosso estilo de vida, e protegem os donos como qualquer outro cão.

É frequente o animal desenvolver um comportamento especifico para um determinado tipo ou tamanho de cão, se por acaso já teve uma má experiência com um cão desse tipo. É importante nessas alturas, encorajar outras amizades idênticas com bastante cautela, e mostrando-lhe que o outro bicho já não é um que lhe faça mal.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Repetição, Rotina, Hábito

O nosso melhor amigo aprende através da repetição. Assim, os bons comportamentos devem ser recompensados regularmente, e os maus hábitos corrigidos consistentemente.

Da mesma forma que ensinamos ou treinamos os cães por repetição, eles aprendem muitos outros hábitos nossos e têm reacções positivas ou negativas consoante o gosto pelo resultado desses hábitos.

Ele aprende a reconhecer certas rotinas que lhe trazem boas ou más experiências. O vestir de um casaco ou sapatos específicos pode significar que o dono se prepara para o levar à rua e isto pode excitá-lo bastante. Por outro lado o fazer uma mala pode deixar o seu cão de rastos pois ele sabe que em breve vai ser deixado para trás.

Quando achar que o seu cão tem um comportamento estranho, procure nas suas rotinas um elo comum que esteja a causar este comportamento. Nada mais simples que alterar a rotina para alterar o comportamento indesejável.

O tom de voz

O cão reconhece o nosso tom de voz, melhor que nós próprios.

Alguma vez notou a eficácia do chamamento de um dono que aparenta estar zangado? O cão anda às voltas e não se aproxima do dono.

Quando chamar o seu cão use sempre um tom alegre, e nunca, NUNCA, o castigue no momento em que ele vier ter consigo!

Se mostrar muita alegria e festas nos regressos bons, basta prendê-lo silenciosamente quando ele tenha feito algo errado. Mais tarde, à trela, aproxima-se do sítio (ou situação) onde ele cometeu o erro e então nessa altura pode castigá-lo com um forte “Nâo!”.

Com o tempo o seu animal aprende a respeitar o seu tom de voz, mesmo à distância, mesmo solto. E se comandar bem o seu tom de voz, pode controlar o cão em qualquer altura, sob quaisquer circunstâncias.

Ele aprende a reconhecer o tom usado no seu nome, antes do comando, e já antevê o comando que vai receber a seguir. Isto também contribui para reforçar o comando.

REF: Os primeiros passos...